segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Somebody that I used to know

 
Now and then I think of when we were together
Like when you said you felt so happy you could die
Told myself that you were right for me
But felt so lonely in your company
But that was love and it's an ache I still remember
You can get addicted to a certain kind of sadness
Like resignation to the end, always the end
So, when we found that we could not make sense
Well, you said that we would still be friends
But I'll admit that I was glad that it was over
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No, you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need, that though
Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know
 
Now and then I think of all the times you screwed me over
But had me believing it was always something that I'd done
But I don't wanna live that way, reading into every word you say
You said that you could let it go
And I wouldn't catch you hung up on somebody that you used to know
 
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No, you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need, that though
Now you're just somebody that I used to know
Somebody, I used to know
Somebody, now you're just somebody that I used to know
Somebody, I used to know
Somebody, now you're just somebody that I used to know
I used to know
That I used to know
I used to know
Somebody
 
 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mundo Livre S/A - Ela é indie


Ela é uma fofura (fiu-fiu), clara e cheirosa (lá vem), com olhar de donzela (aiai),
Como ela é mimosa (meu Deus)
Lá vem ela, com o seu coração, transbordando
De um tipo estranho de torpor
Plácido
Lá vem ela, lá vem
Com o seu indômito coração
Pena que nem mod eu sou
Pois ela é meiga, ela é singela
Remosinha, ela é lindinha e ela é indie
(Agora o violãozinho pra machucar)
Pois ela me trocou por aquele baixista original olinda style
Me deixando assim ligeiramente opaco, sem estilo, desprovido de atitude
Pois seu sorriso é morno e o meu peito é só fiu-fiu
Lá vem ela, lá vem
Vem, vem
Que o mais cândido fã do Stephen Malkmus eu devia ser
Pois ela chega sempre com aquela arrasadora quietude
E o perverso olhar transbordando
De uma placidez mortal e inocente
Mas que suavidade fulminante
Ela é uma fofura (fiu-fiu)
Clara e cheirosa (lá vem)
Com olhar de donzela (aiai), ai Anete, ai Anete
Como ela é mimosa (meu Deus)
Se emo eu fosse
Ainda dava pra apelar e chorar
Mas, mas, mas não tem apelo não
Pois eu sou apenas um mangueboy
Triste de mim que sou um mangueboy
Mas a verdade é que, ninguém entende um mangueboy

Retrato pra Iaiá



Iaiá, se eu peco é na vontade
de ter um amor de verdade.
Pois é que assim, em ti, eu me atirei
e fui te encontrar
pra ver que eu me enganei...

Depois de ter vivido o óbvio utópico
te beijar e de ter brincado sobre a sinceridade
e dizer quase tudo quanto fosse natural
Eu fui praí te ver, te dizer:

Deixa ser.
Como será quando a gente se encontrar ?
No pé, o céu de um parque a nos testemunhar.
Deixa ser como será!
Eu vou sem me preocupar.
E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar.

De perto eu não quis ver
que toda a anunciação era vã.
Fui saber tão longe
mesmo você viu antes de mim
que eu te olhando via uma outra mulher.

E agora o que sobrou:
Um filme no close pro fim.
Num retrato-falado eu fichado
exposto em diagnóstico.
Especialistas analisam e sentenciam:
Oh, não!

Deixa ser como será.
Tudo posto em seu lugar.
Então tentar prever serviu pra eu me enganar.
Deixa ser.
Como será.
Eu já posto em meu lugar
Num continente ao revés,
em preto e branco, em hotéis.
Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mais Tarde

Pode ser até do corpo se entregar mais tarde
Parece simples mas a gente às vezes é
E o amor é lindo deixo tudo que quiser eu não me queixo em ser
Acho normal ver o mundo feito faz o mar num grão de areia
É de se entregar a sorte e todo mundo vai saber
É de se entregar a sorte e todo mundo vai saber em ver
Que o vai e vem pode ser eterno
Pra ver quem manda acho que não vai dar tô cansado demais
Vou ver a vida a pé
Acho normal tá no mundo feito faz o mar num grão de areia...

É Alvin...tá tudo na infância mesmo...
5 coelhos, contando comigo :)

- Você se ouve quando você fala?
- Você está no comando, isso não já te deixa feliz?

- Há realmente a necessidade dessa violência verbal?

- "As regras nos ajudam porque nos guiam "

- Você ainda acha mesmo que somos superiores aos macacos?

Detenção, The Experiment

"Quando se perde riqueza, nada se perde, quando se perde saúde, se perde muito, quando se perde o respeito, perde-se tudo"